OBRA: A Crônica de Eastar

CATEGORIA: Fantasia

AUTOR: Henrique Zimmerer

 

SINOPSE:

 

E se as estrelas não fossem o que pensamos? E se elas fossem soldados de uma legião protegendo planetas?

É nesse mundo que um jovem nasce. Filho de estrelas, o único que se sabe ter nascido assim.

Desce ao planeta Terra tomado por nada mais que a curiosidade. O que ele não esperava era ser levado para algo que lhe daria mais responsabilidade do que ele jamais imaginou querer carregar.

A crônica de Eastar traz a comédia dos animes e a literatura fantástica, unidos a influência de super-heróis.

   

RESENHA:

Por algum tempo, visualizei as publicações de divulgação dessa história em um grupo do Facebook, mas não dei muita atenção por causa da capa que autor utilizava. Passava uma ideia de terror ou algo do tipo. Eu não leio e nem assisto nada que seja do gênero terror. E isso aconteceu bem antes dele ganhar todos esses prêmios de concursos do Wattpad.

Contudo, um dia, o autor fez uma divulgação que me chamou muito a atenção. Era um trecho do Prólogo que me fez rir muito, então resolvi dar uma chance para o livro dele e, acreditem ou não, me arrependo de não ter começado a ler antes.

É uma história envolvente, emocionante, cheia de bom humor, onde os personagens são seres que, até então, não tinha ouvido falar que alguém tivesse imaginado.

O autor escreve muito bem, se dedicando a cada detalhe para que nossa imaginação flua sem qualquer obstáculo.

A história começa no espaço, Belron é o Rei Sol. Sim! O nosso sol é uma pessoa, mas não uma pessoa qualquer, ele é um Estelar. Seres superpoderosos, guerreiros natos, que vivem milênios a nos observar.

Belron conversa com a Sorya, a general da Legião Térrea, sobre como os humanos estão quase se autodestruindo e como eles podem impedir que coisas terríveis aconteçam. Então, O Rei Sol, decreta que todos os soldados desçam na Terra para servir de bons exemplos para os humanos.

Do outro lado do sistema, bem próximo da Terra, no momento que acontece “A Queda Estelar”, dois estelares não podiam participar, pois estavam envolvidos num nascimento. O Comandante Aros, líder da Tropa Central, estava prestes a ser pai. Sua mulher, Luriel, era a primeira estelar a dar luz, literalmente. Eastar estava nascendo e ele é bem diferente dos outros estelares, principalmente por causa dos olhos.

Aqui vai o trecho que me fez voltar a trás e ler essa maravilhosa história.

“(...)— Só mais um pouco de energia! Issoooo!! Você vai conseguir! – O comandante estava eufórico, sorria enquanto sua mulher apertava sua mão.

A outra mão dela agarrou sua cota de malha e ele se viu cara a cara com a mulher, que tinha uma expressão assustadora no rosto.

— Se você... continuar me enchendo. – Ela falava pausadamente, o esforço tirando seu fôlego – Eu vou esmagar... aquilo que você usou... para pôr esse fedelho em mim..., Aros!... Então, quieto! – gritou para ele, furiosa. (...)”

Isso tudo acontece no Prólogo, eis que o capítulo 1 acontece 2.006.000 anos depois, mostrando os desafios de se criar uma criança e adolescente estelar. Nada mais vou dizer sobre essa história, afinal seria Spoiler.

 

 

 

 

Opinião do autor:

O que você, leitor, pode esperar dessa história?

Como eu disse, personagens maravilhosos. Além disso, momentos para rir e chorar, momentos pra se encantar e cenas de tirar o fôlego. Algo leve e relaxante, que vai te fazer sair com um sorriso no rosto ou te fazer devorar capítulos sem parar.

 

 

 

Entrevista

 

 

Algumas perguntas pessoais

 

Dia e mês de nascimento?

15/10

 

Cidade onde mora?

Almenara - MG

 

Tem medo de alguma coisa? O quê?

Altura... e grande parte dos animais.

 

Qual sua bebida e comida preferida?

Suco de maracujá, churrasco. Conseguiria viver disso tranquilamente.

 

Qual seu escritor favorito? Por quê?

Patrick Rothfuss, adoro a maneira como ele escreve, é quase poética e, ao mesmo tempo, não é cansativa ou exagerada, ele tem um dom para analogias.

 

Sua família sabe que escreve? Eles te apoiam?

Sabem, mas não ligam muito.

 

Se sua vida fosse um filme qual seria? Por quê?

Nossa, um filme bem chato, porque nada acontece. Minha rotina é quase sempre a mesma.

 

Uma crítica ou conselho para si mesmo(a)?

Preciso parar de preguiça e escrever mais. Às vezes, passo dias sem escrever nada, pois fico com preguiça de fazer qualquer coisa nas férias.

 

O que você pensa sobre a literatura nacional e as editoras de nosso país?

Gosto muito da literatura nacional, sou um grande fã do Eduardo Spohr e do Raphael Draccon, mas não acho que as editoras se interessam muito por obras de fantasia nacional. Pra mim parece um gênero que sofre muito preconceito ainda.

 

 

Perguntas sobre você e seu(s) livro(s)

 

Você sempre quis escrever?

Nunca imaginei que escreveria um livro, comecei com A crônica de Eastar quatro anos atrás e foi uma grande surpresa pra mim o que fui capaz de fazer.

 

De onde retira inspiração para escrever?

Principalmente de animes, as formas como eles trabalham o drama é maravilhoso pra mim. Também me inspiro muito em obras de fantasia como A crônica do matador do rei.

 

O que você sente enquanto escreve?

Pergunta difícil. Depende do momento, posso rir ou chorar dependendo da cena que escrevo, ou posso ficar simplesmente entediado (o que não é nada bom, pois me mostra que tem algo errado).

 

O Que você pensa sobre seus leitores?

Tenho alguns leitores incríveis, acompanham a história, criam teorias, fazem preguntas que muitas vezes não posso responder e, algumas vezes, até leitores que me agradecem quando posto um capítulo novo (acho que isso é algo que todos deveriam fazer, é muito gratificante).

 

Se você pudesse ser um personagem do seu livro, qual seria?

Sem dúvida o Eastar, afinal, a personalidade dele foi muito baseada na minha, até mesmo a aparência tem muito de mim.

 

O que é mais difícil escrever o primeiro ou o último capítulo?

O último, sem dúvida, talvez por isso ainda não tenha conseguido finalizar nenhuma história.

 

Qual personagem do livro você gostaria de trazer a realidade?

Bem complicado, talvez a Sindar, já que a criei com todas as características que me impressionam em uma mulher, mas pelo ciúme enorme que eu sentiria, prefiro mantê-la apenas no papel.

 

Vai dedicar seu livro a alguém?

Não sei, a verdade é que não vem ninguém especifico na minha mente. Talvez eu dedique aos leitores que se tornaram meus amigos e me apoiaram, são poucos, mas são os que mais me ajudaram.

 

Qual a pior e melhor crítica que seu livro recebeu?

Pra ser sincero, nunca recebi uma crítica ruim. Acho que a pior foi quando disseram que o prólogo estava extenso demais, e eu concordava muito, até dividi ele por conta disso.

Já a melhor é difícil escolher, mas sempre fico absurdamente feliz quando dizem que minhas descrições e diálogos são incríveis, pois eu me preocupo muito em fazer algo que passe emoção e que liberte a imaginação dos leitores.

 

Os livros sempre nos ensinam algo. E o que espera que seu livro ensine aos leitores?

Não criei essa história com intenção de passar alguma lição meu foco era levar emoção, ver as pessoas se divertirem e relaxarem, mas acho que dá pra aprender muito sobre a realidade do mundo nela, afinal, o próprio Eastar está aprendendo que as coisas no nosso planeta são confusas e, muitas vezes, tristes, não importa a época ou sociedade em que vivemos.

 

Por que seu livro merece ser lido?

Em primeiro lugar pelos personagens, o carisma deles é incrível e a interação entre eles é maravilhosa. Além disso, diria que é uma maravilhosa história pra uma tarde de domingo, algo leve e envolvente que vai te fazer rir o tempo todo sem te cansar, as páginas passam rápido. Por último, bem, garanto que vocês nunca leram uma história onde as estrelas são tratadas da maneira que criei.

Quer saber mais sobre o autor, ou ler o livro? Basta entrar no link: "A Crônica de Eastar"

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